A diretoria do Flamengo quer Diego para comandar o meio de campo no Campeonato Brasileiro. A negociação entrou em pauta em anos anteriores, mas desta vez tem possibilidade real de ser concretizada. O clube rubro-negro vê no jogador uma espécie de parceiro para viabilizá-la.
As conversas com Diego são tratadas pela alta cúpula da diretoria. O presidente Eduardo Bandeira de Mello, o vice de futebol, Flávio Godinho, e o vice de gabinete da presidência, Plínio Serpa Pinto, são os responsáveis por trazer para a Gávea o nome considerado ideal na criação de jogadas.
Existe um acordo entre as partes no aspecto financeiro. O Flamengo propôs arcar com salários na casa dos R$ 600 mil. O contrato também está pautado em premiações e luvas divididas em 30 parcelas de R$ 160 mil, mas que ainda deixariam o jogador distante da realidade europeia.
Diego ainda possui um ano de contrato com o Fenerbahçe, da Turquia, e está empenhado na tentativa de voltar ao Brasil. Ele tem cinco dias para resolver a situação contratual com os turcos, já que a janela de transferências internacionais fecha na próxima terça-feira (19).
São duas as possibilidades trabalhadas pelo Flamengo. A primeira é a de que Diego entre em acordo para rescindir o vínculo e fique livre para assinar com o clube carioca. Desta forma, o meia só precisaria se desvincular do Fener até o dia 19, podendo assinar com o time carioca a qualquer momento depois disso.
A segunda alternativa envolve um investimento maior. Se Diego não obtiver sucesso na negociação com os dirigentes turcos logo nas primeiras tratativas, o Flamengo tentará acordar um valor a ser pago pela rescisão contratual. Obrigatoriamente, este modelo de negócio precisaria ser concluído até o fechamento da janela.
As partes estão empenhadas e existe um clima de otimismo nos bastidores. Diego não é o único jogador de meio de campo trabalhado pelo departamento de futebol, mas é o favorito dos dirigentes. É com ele que o Flamengo deseja fechar o elenco para ainda brigar por títulos em 2016. Os próximos dias serão decisivos e o relacionamento com o meia pode fazer a diferença.
Com informações da Folhapress.